4.9.06

A ÚLTIMA ESTRELA DO RÁDIO

Mais uma vez, o concurso para escolher a Rainha do Rádio para esse ano de 1956 navegava em águas turvas; importante para o sistema de estrelato, o mais importante para a continuidade do evento era a participação das estrelas radiofônicas, aquelas identificadas com o público ouvinte e que tivesse apelo popular. A escolha do ano anterior - a cantora Vera Lúcia - se mostrou desastrada, porquanto a artista não se enquadrava nesse esquema, sendo, na realidade, identificada com as camadas mais sofisticadas da sociedade, podendo mesmo ser chamada uma cantora da elite. Segundo se comenta, sua vitória se deveu às manobras do animador de auditório Manuel Barcelos, que queria homenagear Carmen Miranda em sua passagem pelo Brasil, já que Vera Lúcia era portuguesa como a Pequena Notável. Se novamente fosse escolhida outra cantora sem atrativos para a indústria cultural, o rádio, que já sofria pesados ataques das emissoras de televisão, estas ficando cada vez mais popular, as emissoras de rádio seriam as que mais perderiam com isso; Aliás, sobre esse assunto, em entrevista à Revista do Rádio (04.08.56), João Calmon (1916 - 1998), um dos papas da TV Tupi, além de atacar a Rádio Nacional, a emissora líder em audiência, esclarecia a pergunta mais ouvida quando o assunto era a televisão: como vai a TV brasileira? Com muita clarividência, assim ele resumiu a questão:

“A televisão brasileira leva uma vantagem sobre o rádio: está progredindo enquanto o rádio estancou, depois de uma empolgante evolução. Dentro de um ano, a TV Tupi carioca estará transmitindo 16 horas diárias de programação (atualmente já contamos com 10 horas diárias).

Brevemente, as transmissões em cadeia Rio-São Paulo serão uma rotina... Por outro lado, dentro de um prazo não muito longo, será uma realidade, também no Brasil, a televisão a cores. Que tem feito nos últimos cinco ou dez anos o rádio? Basta examinar a programação da maior emissora do país, a Rádio Nacional. Nada de novo."


E era verdade; pela primeira vez, nesse ano, as três emissoras de TV de São Paulo tinham arrecadado mais do que as treze emissoras de rádio. Também, nesse ano, em Belo Horizonte, inaugurava-se a TV Itacolomi (na realidade, no final de 1955), além de mais nove estações por todo o país, todas das Emissoras Associadas de Assis Chateaubriand, em Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Campina Grande, Fortaleza, São Luís, Belém e Goiânia. Calculava-se que a TV tinha atingido em torno de um milhão e meio de telespectadores em todo o Brasil, cuja população já possuía cerca de 140 mil aparelhos televisores.

Corroborando ainda mais o que dissera João Calmon, a rapidez com que a televisão avançava era impressionante: em 22 de fevereiro desse ano, foi realizada, pela TV Tupi, a primeira transmissão interestadual pela televisão - diretamente do estádio do Maracanã para São Paulo - o jogo entre as seleções do Brasil e da Itália. A TV Record logo segue o exemplo da concorrente: transmite ao vivo para São Paulo o Grande Prêmio Brasil, diretamente do Jóquei Clube do Rio de Janeiro. As produções televisivas também se multiplicam: Chacrinha faz sua estréia na TV Tupi do Rio de Janeiro, com o programa Rancho Alegre; é lançada Poliana, a primeira telenovela infantil da televisão brasileira; a TV de Vanguarda - programa criado em agosto de 1952 por Cassiano Gabus Mendes e que, sob o comando de Walter George Durst, diretor e roteirista desse teleteatro, buscava criar uma linguagem televisiva, tentando reproduzir na telinha uma “estética cinematográfica”, geralmente adaptando textos já consagrados pela sétima arte ou adaptação de peças ou livros - encena uma ousada adap tação de E o Vento Levou, com Lima Duarte interpretando Rhett Butler (vivido no cinema por Clark Gable) e Maria Fernanda no papel principal – Scarlett O’ Hara –, que, no cinema, foi encarnado por Vivien Leigh, papel em que a atriz inglesa ganhara seu primeiro Oscar.

Crime e Castigo - (1956) - TV de Vanguarda - TVTupi (SP).




Ou seja, a televisão estava a pleno vapor e os prognósticos eram os mais animadores, principalmente, levando-se em conta o que acontecia nos Estados Unidos, onde a televisão fazia estragos nas estações de rádio e, mais ainda, no cinema, que, em reação ao crescimento dessa mídia, lançou, em 1953, o sistema do Cinemascope - telas imensas e com som estereofônico. Em vão, já que a popularização da televisão já era tida como irreversível.


O concurso de Rainha do Rádio vivia um outro dilema: a falta das grandes estrelas para concorrer; Das “grandes”, todas já tinham ganhado o concurso: Linda Batista, Dircinha Batista, Marlene, Dalva de Oliveira Emilinha Borba e Ângela Maria. Uma possível candidata de peso, Nora Ney, derrotada no concurso do ano anterior, nem pensava em concorrer de novo. Então, assim que foram abertas as inscrições, candidataram-se apenas cantoras do segundo escalão (pela popularidade, não pela qualidade de suas vozes), estrelinhas em busca de reconhecimento popular: Claudete Soares, cognominada de Princesinha do Baião”, mas quase desconhecida; Nelly Martins, cantora e atriz, uma das primeiras intérpretes de Antônio Carlos Jobim, cantora nada popular; Ellen de Lima, cantora da Rádio Nacional protegida de César de Alencar, que estreara em disco em 1954 com as músicas Até Você (Armando Nunes), um sucesso mediano, e Melancolia, uma versão feita por Capitão Furtado; Julinha Silva, cantora apenas razoável que lançara seu primeiro 78 rpm em 1953 com as músicas Molambo (Augusto Mesquita/ Jaime Florence) e Manchas no Rosto (Paulo Vieira/Jane). Outra candidata , Bárbara Martins, que estreara em discos, em 1951, gravando pelo selo Carnaval a Marcha do Lulu, de Waldir Machado e Francisco Colman, também se lança candidata, basicamente, como todas, à busca da notoriedade que o concurso trazia para as participantes.

Vídeo sobre as cantoras do rádio, dentre elas Ellen de Lima.





Até que um nome de grande evidência, cantora e atriz premiada do cinema brasileiro, resolve participar, mesmo sabendo que, por não ser exatamente uma cantora com real penetração junto às massas, e também por não fazer parte do “cast” da Rádio Nacional, sua eleição, mesmo concorrendo com outras cantoras sem apelo popular, era bastante difícil: Dóris Monteiro.


Linda, delicada e com uma voz pequena, mas agradabilíssima, Adelina Dóris Monteiro nasceu no Rio de Janeiro em 21 de outubro de 1934. Seu início de carreira foi, como quase sempre à época, em programas de calouros infantis, logo participando daqueles mais importantes, como o famoso “Papel Carbono”, de Renato Murce, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Ainda adolescente, foi convidada pelo cantor Orlando Correia para cantar na Rádio Guanabara, onde nem esquentou seu lugar, porquanto, o cantor Alcides Gerardi, então com bastante popularidade, consegue-lhe um contrato com a Rádio Tupi, onde permaneceu por oito anos. Apesar da pouca idade, em 1951, começa a cantar na boate do Copacabana Palace Hotel e faz sua estréia em disco, gravando, pela Todamérica, em 78 rpm, de um lado, Se Você Se Importasse, de Peterpan, um dos compositores mais gravados por Emilinha Borba (na realidade, seu cunhado) e, do outro, Fecho Meus Olhos, Vejo Você, de José Maria de Abreu).

Se Você Se Importasse, quase que imediatamente, tornou-se um grande sucesso popular em todo o país, ficando nos primeiros lugares das paradas de sucessos do final de 1951 até meados de 52. Com uma bela melodia e uma letra simples, mas bem feita, a música proporcionou a Dóris uma estréia espetacular no mundo do disco, que lhe abriu as portas para a fama nacional:

“Se você se importasse
Com meu triste viver

Se você se importasse
Com meu padecer
E me compreendesse

Tão feliz eu seria
Se você se importasse
Com a minha agonia.


Tudo quanto padeço
E esquecer não consigo
Eu talvez esquecesse
Se você se importasse

Um pouquinho comigo.
.
Com o sucesso de seu primeiro disco, tudo fica mais fácil para a cantora; sua agenda fica lotada com shows por todo o país; em 1952, grava, com razoável sucesso, os sambas-canções Quantas Vezes?, de Peterpan; Bate um Sino Além, de Alberto Ribeiro e José Maria de Abreu; Sou Tão Feliz, de Roberto Mário e Maurício de Lima, e o bolero Nunca te Direi, de José Maria de Abreu e Jair Amorim.
.
Em 1953, teve uma grande oportunidade em sua carreira: além de gravar os sambas Você Não Sabe, de Antônio Almeida e Frazão, Linguagem dos Olhos, de José Maria de Abreu e Alberto Ribeiro, e o beguine Ruínas, de Haroldo Eiras e Vitor Berbara, foi convidada por Alex Viany para ser uma das estrelas de seu filme Agulha no Palheiro, filme em que também interpreta a canção-título, sendo eleita a melhor atriz do ano, exatamente por sua marcante atuação. Enquanto isso, continua na Rádio Tupi, apresentando-se, também na TV Tupi, o que a tornava ainda mais popular; grava, em 1954, Basta Dizer Adeus, de Hilton Simões, Luiz Lemos e Humberto Pinheiro e Desejo, um samba de Wilson Batista e Jorge de Castro. Em 1955, Dóris entra para a história da música popular brasileira, ao gravar tanto Vinícius de Moraes quanto o jovem Antônio Carlos Jobim: já na gravadora Continental, lança Por Que Razão, de José Maria de Abreu e Luiz Peixoto, Quando Tu Passas Por Mim, de Antônio Maria e Vinícius de Moraes, Se É Por Falta de Adeus, de Tom Jobim e Dolores Duran e Dó-Ré-Mi, de Fernando César, esta última contando com um arranjo bastante avançado para a época de Antônio Carlos Jobim e que fez um grande sucesso popular.

João Gilberto interpretando Se é por Falta de Adeus.



Dóris Monterio interpretando Mocinho Bonito e Dó-Ré-Mi.




Nesse ano de 1956, ano em que se candidata ao título de Rainha do Rádio, lança outro samba-canção de Tom Jobim (em parceria com Luiz Bonfá), Engano, e a toada Gosto da Vida, de Hianto de Almeida e Francisco Anísio. Foi também nesse ano que grava seu primeiro LP, Confidências de Dóris Monteiro, somente com músicas do compositor Fernando César, dentre elas Vento Soprando, Graças a Deus, O amor é Isso e Cigarro Sem Batom.


Não obstante ter dúvidas sobre suas possibilidades de se eleger como Rainha do Rádio, Dóris só não contava com um eleitor de peso, um homem que punha paixão em tudo em que acreditava e não media esforços para conseguir o que almejava. Seu nome, uma lenda: Assis Chateaubriand.

Segundo Fernando Morais, Chatô, em determinado momento, decidiu que Dóris Monteiro, do cast da Tupi, teria que ser a Rainha do Rádio de 1956. O problema era que, com o concurso já nos seus finalmentes, os votos da cantora eram muito poucos, seus votos mal lhe conferindo um modesto terceiro lugar. O desenrolar da história foi assim narrado por Fernando Morais:

“Quando soube que o prazo chegava ao fim, Chateaubriand chamou o tesoureiro Martinho Luna de Alencar e pediu-lhe que arranjasse imediatamente 5 milhões de cruzeiros. Os bancos já estavam fechados, o caixa dos Associados não dispunha daquela quantia e a solução foi arranjar o dinheiro com um grande magazine do centro da cidade, anunciante de O jornal. Quando apareceu com o dinheiro, Alencar recebeu uma ordem:

- mande comprar tudo em revista do rádio e ponham o pessoal da redação para preencher os cupons com o nome de dona Dóris. E tem que ser já, porque as urnas fecham à meia noite. O paciente tesoureiro fez ver ao patrão que, embora não representassem nenhuma fortuna, 5 milhões de cruzeiros (60 mil dólares da época, 300 mil dólares em 1994) eram suficientes para comprar um milhão de exemplares da Revista do Rádio, que custava 5 cruzeiros. Ou seja, mais do que a tiragem de cinco edições completas da revista. Além disso, para que Dóris alcançasse as duas concorrentes que estavam à sua frente (a favorita Bárbara Martins, que já acumulava mais de 160 mil votos, e Julinha Silva, que vinha em segundo lugar com 70 mil), seria preciso, até o fim do dia, preencher e recortar mais de cem mil cupons, um por um - uma tarefa irrealizável àquela altura do concurso. Como um menino mimado e voluntarioso, Chateaubriand parecia ter a solução para tudo:


- Então o senhor leve esse dinheiro ao Manuel Barcelos, da ABR, e ao Anselmo Domingues, da Revista do Rádio, e diga que eu compro todo o encalhe da revista acumulado desde que começou o concurso deste ano. E não precisa mandar ninguém preencher nenhum cupom: diga que aqueles votos devem ser considerados para dona Dóris.

Semanas depois, o dono dos Associados, trajando um amarrotado terno de linho branco, chegava vitorioso ao Baile do Rádio para ver de perto a coroação de sua candidata: em uma virada fulminante, nos últimos minutos do concurso Dóris Monteiro tinha sido eleita a Rainha do Rádio com 875.605 votos, contra 161 mil dados a Bárbara Martins (que teve que se contentar com o título de princesa) e 76 mil a Julinha Silva (...)”



Tanto o baile da coroação, quanto os seus bastidores, mereceram grande reportagem da revista O Cruzeiro (25.02.1955), de propriedade de Assis Chateaubriand. O redator e crítico de música popular, Ary Vasconcelos, redigiu um saboroso texto, cheio de ironia e veladas críticas, que merece ser transcrito pelo que representa do espírito da época:

“Os pistons interromperam de súbito a [música] ‘Exaltação à Mangueira’ e sopraram a plenos pulmões a ‘Marcha Triunfal’ da Aída. Na ópera de Verdi, é Radamés quem chega, muito vedete, para ser investido nas funções de generalíssimo das tropas egípcias, mas, no [teatro] João Caetano, foi Dóris Monteiro, suave e graciosa, quem surgiu para receber a coroa de Rainha do Rádio de 56.


Uma multidão de súditos que forçava os policiais do cordão de isolamento a um ir-e-vir que o bombo cadenciava, foi afinal contida. O trono, com rainha e tudo, veio vindo, guinando aqui, oscilando acolá, como um barco desgovernado, ao sabor das ondas humanas revoltas. Ameaçou mesmo soçobrar a certa altura, mas, num simbolismo magnífico, e junto com outras figuras grotescamente pintadas, havia um homem de camisa de malandro carregando a roda dentada do trabalho. O ato simples de a rainha anterior, Vera Lúcia, colocar a coroa na cabeça de Dóris, tornou-se um quebra-cabeças real. As princesas foram tratadas como massa de puxa-puxa: esticadas, emboladas, amassadas. Centenas de pessoas queriam, ao mesmo tempo, ocupar um espaço em que duas dezenas ficariam normalmente comprimidas. sob o relampejar dos flashes, todos gritavam, empurravam, gesticulavam, até que, num estouro maior, alguns soçobraram definitivamente do palco abaixo.

A cúpula do teatro começou a jorrar caudalosamente confetes, obrigando todos, a partir daí, a suar em tecnicolor. Falar passou a ser uma temeridade - a cada palavra que saía, trinta e cinco confetes entravam. Após muitas peripécias, a rainha e suas princesas conseguiram subir para os camarotes. O pessoal do rádio começou então a aparecer. Sondava o ambiente e não vacilava - ia também para os camarotes. E não tornava a descer em hipótese nenhuma. Embaixo, nas mesas, ou pulando junto à orquestra, não foi vista, até o fim da festa, pessoas alguma identificável.

Quando Dóris chegou ao camarote acompanhada das princesas, procuramos nos aproximar dela para entrevistá-la. Mas era tão grande a balbúrdia que nos apressamos a recorrer ao marido de Dóris, Carlos Rui, para que nos facilitasse a aproximação. ‘Querido - foi sua resposta -, Dóris é a rainha, mas eu não sou o rei. Sou no máximo o príncipe consorte. Não mando nada’.

Mas, nossa atenção foi atraída para um homem da polícia militar que, a troco de coisa nenhuma, prendeu um fotógrafo de jornal e passou a desafiar outros jornalistas e foliões para uma briguinha particular. Poucos minutos depois, de desfeito o bolo, um comissário, devidamente etilizado, empurrava o ‘flash’ de um fotógrafo de O Cruzeiro e, ante sua reação normal, ameaçava sacar o revólver. A intervenção de outros policiais serenos e a atitude enérgica de nossos rapazes e do locutor Oswaldo Luiz, da Rádio e TV Tupi, serenaram o valente que passou a vislumbrar algo que lembrava grades por entre as nuvens de Cuba-Libre. Foram apenas essas as duas notas lamentáveis de uma festa que proporcionou bons momentos - mesmo para os que só assistiram à saída.


Entre os primeiros a cumprimentar a rainha, estava Assis Chateaubriand. Foi o beijo dos ‘Diários Associados’ o que Chateaubriand depositou no rosto de Dóris. Em poucos minutos, formava-se uma extensa e desorganizada fila para abraçar a rainha.

(...)

Entre as músicas mais tocadas estavam Exaltação à Mangueira, Quem Sabe, Sabe, Vai, Vigarista, A Marcha do Golpe, Obsessão, Folha de Parreira, Vai Que Depois Eu Vou, Marcha do Faquir, Fala, Mangueira, Ai, Amor.”

Dóris Monteiro foi a última estrela a ser eleita Rainha do Rádio. Sem novos ídolos populares de primeira grandeza para participar, e já prenunciando a decadência irreversível do rádio, o concurso teve, em 1957, sua última edição - vencido por uma cantora do segundo time – Julie Joy –, demonstrando que novos tempos estavam chegando. O país estava ingressando em uma nova era. A televisão, inexoravelmente, começava a reinar, formando novos ídolos e dominando a cena cultural. Tempos sombrios aguardariam os artistas do rádio que não conseguiram se adaptar à telinha. Sombrios mesmo.

3 comentários:

Blogger Leo said...

Bom dia !

Meu nome e' Leonardo de Almeida,filho de Ruy de Almeida (ganhador de um concurso de calouros em 1945).
Aos 92 anos,meu pai faleceu na manha de terca feira e desde entao,venho procurado materias sobre ele na internet. Sei q nao ha muita coisa publicado ou registrado.
Queria se possivel, ter ascesso a fotografias da epoca assim como mais historias sobre sua rapida carreira de cantor e compositor. Meu e-mail e'

leoramos25@hotmail.com Ele foi guiado pro ramo imobiliario e foi bem sucedido.
Muito obrigado e desejo a todos, Boas Festas.

Leonardo A.

19/12/07  
Anonymous Francisco Sobreira said...

Muito bom, para amenizar um pouco a saudade, ler matérias sobre os anos 1950. Me permita, no entanto, fazer um pequeno reparo: a televisão, em Fortaleza, foi inaugurada em 1960, o canal se chamava TV Ceará. Um abraço.

14/1/14  
Blogger Década de 50 said...

Obrigado, Francisco, fica registrada sua observação para a posteridade.

15/1/14  

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